sábado, 2 de dezembro de 2023

CERTIFICANDO O SEU CLÁSSICO

 



Trata-se de uma autentica certidão de nascimento, emitida
sempre no nome do atual proprietário do clássico.


CERTIFICADO DE VEÍCULOS CLÁSSICOS 
VOLKSWAGEN CHEGA AO BRASIL


Brasil é o segundo país, dentro da marca VW, a oferecer Certificado de Veículos Clássicos; baseada na Alemanha, a Volkswagen Classic Parts já entrega a certidão para automóveis produzidos na Europa, Estados Unidos e Canadá


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Com informações da Volkswagen Brasil

Fotos Redação VW

No ano em que completa 70 anos no País, a Volkswagen do Brasil lança o seu Certificado de Veículos Clássicos. O documento, que reconhece e exalta as características de produção de modelos clássicos fabricados em território nacional, também fornece dados originais de produção, que podem ser úteis para preservar e restaurar os veículos da marca. Trata-se de uma autentica certidão de nascimento, emitida sempre no nome do atual proprietário do clássico. Além disso, cada certificado terá um número serial único, que garantirá a rastreabilidade e autenticidade, evitando, dessa forma, possíveis falsificações.


A Volkswagen criou gerações de apaixonados pela
marca e por nossos veículos icônicos.




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“Com sete décadas de história por aqui, a Volkswagen faz parte da cultura do povo brasileiro e, ao longo do tempo, criou gerações de apaixonados pela marca e por nossos veículos icônicos. Fusca, Brasília, SP2, Gol e diversos modelos que fizeram e ainda fazem parte da vida de milhares de pessoas. Oferecer os dados de produção desses veículos no formato de um certificado é uma maneira de abraçar e valorizar esse público de entusiastas de clássicos Volkswagen, além de estimular mais pessoas a preservar e manter as características de seus clássicos, fomentando, dessa forma, o amor pela marca”, diz o CEO da Volkswagen do Brasil, Ciro Possobom.


Ciro Possobom: "Fomentando o amor pela marca".




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O Certificado de Veículos Clássicos é emitido através do VW Collection para os veículos produzidos em nosso País que tenham pelo menos 20 anos. A Volkswagen Alemanha foi parceira nessa iniciativa, sendo utilizada como referência. Através dela, a Volkswagen do Brasil também teve conhecimento do interesse de colecionadores do mundo inteiro aos veículos produzidos localmente, sendo um fator adicional para a decisão da criação do certificado local, que tornou o Brasil a ser o segundo país, dentro da VW, a oferecer esse serviço aos seus clientes.


O Brasil é o segundo país, dentro da VW, a
oferecer esse serviço aos seus clientes.


Tudo é criado a partir da base de dados de produção da marca no Brasil, que remonta às origens da operação nacional, nos anos 1950. Até o final dos anos 1980, as informações eram registradas em fichas de papel, manuscritas, que passaram por diversas modificações ao longo dos anos. Esses documentos eram preservados em microfilmes contendo milhares de fichas cada, que juntos somam cerca de 6,5 milhões de registros. Para fins de preservação, a Volkswagen agora digitalizou esses documentos, o que também viabilizou a criação dos certificados.


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A equipe especializada de Desenvolvimento do Produto e
de Vendas busca pelas informações de cada veículo.

Quando o cliente solicita a certidão, a equipe especializada de Desenvolvimento do Produto e de Vendas busca pelas informações de cada veículo em um processo praticamente artesanal. Depois disso, o certificado é emitido e enviado para impressão. O documento também recebe autógrafo de autenticidade das áreas responsáveis pela preservação destes dados e também da Garagem VW, o Desenvolvimento do Veículo Completo e o Departamento de Imprensa da VWB.

A Kombi ‘Corujinha’ 1960, com pintura saia-e-blusa nas cores Vermelho Calipso e Branco Lótus; o TL 1972, na cor branco-lótus; e o Gol 1300, na cor Vermelho Calipso, e primeiro Gol “placa preta” da história foram os primeiros modelos do Brasil a receber Certificado VW. Eles fazem parte do Acervo da Garagem VW.

O TL 1972 foi um dos primeiros modelos
do Brasil a receber Certificado VW.




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Garagem VW - Parte I e Parte II

Inaugurada em novembro do ano passado, a Garagem VW - Parte II é a mais recente área de acervo da marca. A área de 1.430 m², instalada na Ala 5 da fábrica Anchieta, conta com 36 carros em exposição, misturando modelos já conhecidos e unidades inéditas.

O trabalho no Acervo VW iniciado pela Engenharia do Produto com apoio de diversas áreas da VW já existe há mais de 20 anos, mantendo em excelente estado de conservação parte dos mais de 100 carros do grupo, que é a maior coleção coordenada por uma montadora no Brasil.

Os modelos da Garagem VW – Parte II carregam histórias únicas: alguns fizeram parte da frota de testes do time de Engenharia da VW, outros estão desde zero-quilômetro no acervo e ainda tivemos unidades compradas de colecionadores para compor a história completa da marca no país.


Os modelos da Garagem VW – Parte II carregam histórias únicas.


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Já a primeira Garagem VW, lançada em 2019 com 22 veículos, segue ativa, recebendo uma alteração das unidades em exposição. Agora, diversos modelos especiais, entre veículos conceitos e de demonstração ocupam a área. Edições especiais, criadas para serem apresentadas durante os anos de Salão do Automóvel de São Paulo também marcam presença.

Além disso, versões únicas construídas para celebrações e eventos da marca, como a Kombi Serie Prata de 2005 e Serie Ouro de 2007, o Gol Vintage, que celebrou os 30 anos de produção do Gol, veículos modificados como a Kombi Bombeiro, veículos preparados para pista como o “Golf GTI Competição” e o “Gol Endurance”, que quebrou o recorde de endurance na categoria em 2003, além de protótipos como o projeto BY e o VEMP que nunca chegaram às ruas.


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A ‘Certidão de Nascimento’ é emitida através do VW Collection para veículos que tenham pelo menos 20 anos. A solicitação pode ser feita de maneira online no site oficial: www.vwcollection.com.br/institucional/certificado-classico-vw/. O site, aliás, recebeu mais de 22 mil acessos desde que foi ao ar, na última terça-feira.



sexta-feira, 3 de novembro de 2023

NO FINAL, UM CLÁSSICO



SE TEM QUE SER, QUE SEJA EM UM ANTIGO

E você, qual clássico escolheria para o seu último passeio?


Carros clássicos dão um ar de elegância aos funerais. Foto gettyimages

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Há muito tempo a humanidade dá uma atenção toda especial ao cortejo do último adeus a seus entes queridos, e um desses cuidados passa pela escolha do carro que levará o finado à sua morada derradeira. Os registros históricos mostram que os primeiros veículos funerários surgiram no fim da Idade Moderna (1453-1789), tracionados por cavalos. Esses carros eram projetados e produzidos pelos mesmos fabricantes de carruagens, e até hoje podem ser vistos em alguns funerais estilizados, como o tradicional funeral de jazz em Nova  Orleans, nos Estados Unidos. 

Em 1909 surgia o primeiro carro funerário movido a
combustível fóssil de que se tem notícia.
 
Foto Biblioteca Pública de Detroit (EEUU)


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A primeira versão de um carro funerário movido a gasolina surgiu em 1909, quando o agente funerário Harry Ludlow, de Chicago, montou uma carroceria num chassi de ônibus, a princípio puxada também a cavalos, mas, meses mais tarde, o empresário usaria o chassi de um automóvel para lançar um segundo veículo funerário, este, a combustão. Começava ali uma nova era no transporte funerário, chegando até os dias de hoje com muita modernidade e tecnologia, mas sem deixar para trás a predileção pelos clássicos naqueles momentos mais difíceis.  


Os triciclos não poderiam ficar de fora do
segmento automotivo funerário.

Foto Mário Camacho


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Ainda assim, por causa do custo inicial muito mais alto em comparação com o equipamento puxado por cavalos, o carro fúnebre demorou a ser aceito pelo segmento funerário. Esses veículos eram geralmente considerados barulhentos e pouco confiáveis, e os enlutados rebelaram-se contra a ideia de levar os falecidos às pressas para o túmulo a uma velocidade ‘indigna’ de até 30 quilômetros por hora. Mas no início da década de 1920, o carro funerário motorizado finalmente substituiu de vez o carro funerário puxado por cavalos. Uma nova era no transporte dos falecidos da funerária ao cemitério havia começado.


No estado americano de Ohio, em 2020, o reparador de Antigos, Mark Boutwell, teve um funeral condizente com a sua trajetória de 42 anos como antigomobilista. Foto Jeffrey Ross

Ainda que não existam regras quando o assunto é escolher o carro funerário para um ente querido, sem dúvida, se considerarmos o quanto é importante uma derradeira homenagem estilizada e personalizada a um antigomobilista, por exemplo, os Antigos certamente terão lugar obrigatório no cortejo. Não há chances de ser uma homenagem indesejada, com toda certeza é algo que o homenageado gostaria de ver. Além disso, funerário ou não, um carro antigo sempre desperta a atenção e a curiosidade de quem os vê, não importando o contexto. 





segunda-feira, 16 de outubro de 2023

CADÊ O ADITIVO QUE ESTAVA AQUI?

 


VETERANO JORNALISTA EXAGERA AO COLOCAR NO MESMO PATAMAR TODOS OS POSTOS E DISTRIBUIDORAS DE COMBUSTÍVEIS


Boris Feldman espalha aos quatro cantos que gasolina aditivada não tem aditivo. Postos e distribuidoras reagem 


Para Boris, é preferível pagar o aditivo por fora e adicioná-lo à 
gasolina comum a colocar no tanque a aditivada.
Foto divulgação sTp



Por Guilherme Augusto Zacharias

Estão causando polêmica as declarações do engenheiro e jornalista Boris Feldman, titular do site Autopapo, que em várias oportunidades vem colocando em dúvida a idoneidade dos postos de combustível e das distribuidoras quanto à autenticidade da gasolina aditivada, questionando se essa gasolina tem mesmo a adição de aditivos. “Como é que você sabe que tem aditivo naquela gasolina?”, pergunta o veterano jornalista, alegando que quem coloca o aditivo na gasolina são as distribuidoras e os postos, não havendo fiscalização da ANP – Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. "A ANP fiscaliza a gasolina, não o aditivo", acrescenta ele.


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Distribuidoras como a BR, Ipiranga e Shell garantem monitorar
a qualidade de suas gasolinas aditivadas.
Foto Internet

Cilindradas Magazine ouviu três das principais bandeiras distribuidoras de combustíveis do País, e todas foram unânimes em garantir a qualidade da sua gasolina aditivada. Ainda que seja verdadeira a afirmação de que a ANP não fiscaliza a adição de aditivo na gasolina, os critérios de qualidade da aditivada, controlados pelas próprias distribuidoras, na prática não dão sinais de adulteração. 

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Claro que a possibilidade de fraude existe, sobretudo naqueles postos sem bandeira definida ou clandestinos sem o menor compromisso com a qualidade seja lá do que for, mas a generalização e o empenho de Boris em colocar 'todos' os postos e distribuidoras de combustíveis como suspeitos desse crime - assista aqui a uma das entrevistas concedidas pelo jornalista - soam exagerados.


Boris Feldman erra ao generalizar sobre falsificação da gasolina aditivada.
Foto divulgação Autopapo



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“A nossa gasolina aditivada já vem com os percentuais de aditivo definidos e acrescentados pela BR Distribuidora (Vibra Energia). Aqui no posto não acrescentamos nada, apenas aferimos o percentual de etanol anidro na gasolina”, explica Henrique Ferraço Maestri, gerente do Posto Dalla’s de Colatina. Ele acrescenta não ter conhecimento de nenhuma reclamação sobre a qualidade da gasolina aditivada em mais de 20 anos de funcionamento daquele posto. “A qualidade dos combustíveis da BR dispensa comentários; nossos consumidores podem ficar tranquilos quanto a isso”, afirma. 


A gasolina aditivada não difere da comum quanto à octanagem.
Foto Internet




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Diferencial

As três distribuidoras ouvidas pela Cilindradas Magazine, BR, Shell e Ipiranga, divulgam nos meios de comunicação a qualidade da sua gasolina aditivada, garantindo a presença de dispersantes e detergentes que, dentre outros benefícios, auxiliam na limpeza do sistema de alimentação do veículo. Vale lembrar que tanto a gasolina comum como a aditivada tem a mesma octanagem, ficando o diferencial entre uma e outra apenas na presença de aditivos. Isso vale para as aditivadas Grid (BR), V-Power Nitro+ (Shell) e Ipimax (Ipiranga), por exemplo.  


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Outra que assume a responsabilidade pela mistura dos componentes aditivos à sua gasolina é a Ipiranga, o que, segundo a sua assessoria de imprensa, é feito em suas bases de distribuição. “Os postos que ostentam a marca Ipiranga não realizam qualquer adição de aditivo no combustível, já recebem o produto final aditivado na dosagem correta, para proporcionar os benefícios do produto”, esclarece, complementando que “a Ipiranga possui um programa de qualidade amplo por meio do qual são realizadas verificações de padrão de qualidade nos postos”.


Dispersantes e detergentes, presentes na gasolina aditivada,
auxiliam na limpeza do sistema de alimentação do veículo.

Foto arquivo Cilindradas Magazine

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O contraponto ao balaio de gatos em que Boris Feldman coloca as distribuidoras e os postos de combustíveis com relação a possível enganação sobre a gasolina aditivada, mostra, por um lado, que ele pode ter razão a respeito dessa adulteração por alguns postos ou mesmo distribuidoras de combustíveis; mas que, ao generalizar, acaba por ser injusto e ao mesmo tempo leviano com sua conduta, como reforça o gerente do Posto São Miguel de Colatina, de bandeira Shell,  Jeanderson Zamprogno.

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“Não acredito que haja esse tipo de adulteração nos postos de Colatina, sobretudo os de bandeiras tradicionais como a Shell... Nosso caminhão, por exemplo, vem de Vitória com o tanque lacrado, e a quantidade de aditivo na gasolina é colocada e controlada pela própria distribuidora, nunca pelo posto, explica o gerente.



segunda-feira, 9 de outubro de 2023

DE AMANTE



UM PRESENTE PARA SIMONE

Com um visual futurista e ao mesmo tempo fantasmagórico, este Duesenberg 1939 foi feito sob encomenda para ser presenteado à amante de um milionário francês


Ainda há uma chance de que algum dia “Simone Midnight
Ghost” seja encontrado em um velho celeiro surrado.



Por Peter Blanc
Fotos Designyoutrust

Duesenberg cessou a produção em 1937, após o colapso do império financeiro de Errett Lobban Cord (1894-1974), fundador da Cord Corporation. Contudo, entre 1937 e 1940, um automóvel deu o toque final a esta marca histórica. Foram necessários três anos para completar o interior feito sob medida e a carroceria futurística.


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Por ordem do proprietário, ele deveria ser pintado com um esquema de pintura em dois tons de cinza para que parecesse um fantasma durante a noite. Concluída em 1939, esta obra-prima lendária foi batizada como “Duesenberg Coupé Simone Midnight Ghost”. Foi o Duesenberg mais longo e o último entregue; e finalmente o último já feito.

Inspirado nas linhas modernistas do movimento Art Déco, capta todo o romance de uma época passada. A curva graciosa dos para-lamas, o interior luxuosamente decorado completo com um volante cristalino.


O novo automóvel seria um presente para a amante
de Gui De La Rouche, uma beldade chamada Simone.

O carro foi feito pelo designer americano de carrocerias Emmet-Armand com base no Duesenberg Type J. Eles fizeram apenas um deles, encomendado pelo dono da empresa de cosmético Gui De La Rouche.


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Gui De La Rouche sempre acreditou que um homem deve sucumbir às suas paixões. Então ele contratou Emmett e Armand para criar um Coupé de corpo exótico sobre um chassi Duesenberg. O novo automóvel seria um presente para sua amante, uma beldade chamada Simone.

Enquanto os tambores da guerra soavam e Hitler se mudava para a França, muitos automóveis eram guardados em esconderijos para mantê-los fora do alcance dos nazistas. O “Duezy” foi perdido em algum lugar do interior da França no início da Segunda Guerra Mundial. A parte mais estranha da história é que Emmet desapareceu com ela. 


Inspirado nas linhas modernistas do movimento Art Déco, o 
Duesenberg capta todo o romance de uma época passada.


Ainda há uma chance de que algum dia “Simone Midnight Ghost” seja encontrado em um velho celeiro surrado, mas também é possível que tenha sido destruído durante a guerra. No entanto, é provavelmente um dos designs mais importantes do século XX, e ficará guardado em nossas memórias.


 

FORD POWER STROKE


Em 1994, a Ford lançou a família de novos motores a diesel para suas picapes em um utilitário-conceito que, para felicidade geral, no ano seguinte viria com outro design 


O design da Ford Power Stroke não capturou
exatamente a essência de sua mecânica.


Texto e Fotos Elena Bartolomé

Ao definir o conceito 'Power Stroke', os adjetivos que vêm à mente incluem potência, robustez, força... É a forma de descrever os motores batizados com esse apelido e que se tornaram algo mítico dentro do mundo picapes pelos mesmos motivos. Porém, essas duas palavras nem sempre estiveram relacionadas apenas ao mundo da mecânica. Esse foi o conceito Ford Power Stroke, um erro de design que, felizmente, ficou na gaveta.


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Em 1995, a Ford queria mostrar ao mundo o seu novo motor e ocorreu-lhe criar um protótipo para apresentá-lo: acabava de nascer o Ford Power Stroke, que trazia um motor V8 turbo diesel de 7,3 litros, que não demoraria muito a ser lançado. Chegou às linhas de produção com o apelido de 'Power Stroke'. É claro que o design daquela picape amarela não capturou exatamente a essência de sua mecânica.


A única coisa que correspondia à definição de
protótipo era sua carroceria pintada de amarelo.

Embora fosse um carro-conceito, o Ford Power Stroke estava pronto para cair na estrada. Tinha a estrutura modificada de um caminhão e o interior parecia o de um dos modelos Ford Série F: a única coisa que correspondia à definição de protótipo era sua carroceria pintada de amarelo. Tinha um para-brisas envolvente, os pilares estavam escondidos e o para-lamas traseiro estava integrado nele. Hoje podem parecer comum, mas em 1994 eram uma grande novidade.

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O Ford Power Stroke tinha a estrutura modificada de um caminhão
e o interior parecia o de um dos modelos Ford Série F.

Acessórios
Porém, a parte que mais provocou reações foi a dos acessórios, como a viseira que se estende sobre o para-brisa dianteiro a partir do teto e que ficou ótima nos anos 1950, mas não nos anos 1990. Os estribos com desenho de diamantes e aqueles falsos suportes localizados na parte traseira da cabine e repletos de luzes auxiliares.

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O Ford Power Stroke trazia um motor V8 turbo diesel de
7,3 litros, que não demoraria muito a ser lançado.

Apesar de tudo, o design do conceito Ford Power Stroke lançou as bases para o estilo que prevaleceria entre as picapes daquela época em que tudo girava em torno de formas curvas, como fica evidente no Ford F-150 do momento. Além disso, o interior da Ford Power Stroke  foi um dos poucos detalhes que chegou aos modelos de produção: tinha um console central integrado, um leitor de fitas cassetes e controle de cruzeiro.




RECONHECIMENTO E VALORIZAÇÃO


Foto CMV


A Câmara Municipal de Viana, na Região Metropolitana da Grande Vitória, homenageou antigomobilistas capixabas com a Moção de Aplausos, em Sessão Especial que aconteceu no último dia 25 de setembro. Com o apoio do vereador Wesley Pereira Pires (PSC), clubes como Garagem Raiz, Jeep Clube, Clube do Opala, Garagem dos Loukos e Antigos, Clube da Pick-up, Rats Capixabas, entre outros, receberam a homenagem em reconhecimento da importância cultural, turística e econômica do Antigomobilismo para o Espírito Santo. 


ENCONTROS











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